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Montblanc: a História de uma estrela!

Montblanc: a História de uma estrela!  MONTBLANC: A HISTÓRIA DE UMA ESTRELA!

O comerciante Claus Johannes VOSS , nascido na Alemanha, tinha interesse especial na exploração de novos produtos e invenções promissoras. No início encontrou um grande número de infortúnios até conhecer dois homens recém chegados dos EUA que possuíam know-how e facilidades básicas requeridas para a fabricação de canetas tinteiro. Estes dois, o negociante Alfred NEHEMIAS e o engenheiro August EBERSTEIN já tinham uma firma aberta com uma pequena loja com o propósito de lançar as canetas tinteiro em Berlim.

Os vendedores da época, entretanto, não estavam dispostos a assumir riscos e o negócio de canetas não estava indo muito bem. Embora NEHEMIAS não quisesse abandonar seu negócio não tinha capital para mantê-lo por conta própria. Foi nesta época que VOSS foi a ele apresentado e aceitou a oferta de se tornar o sócio investidor do negócio de canetas, dizendo: “Eu acho que este produto terá um grande futuro”.

Porém, VOSS também não dispunha de todo os recursos financeiros necessários para tocar adequadamente o negócio e, assim, incluiu na sociedade Marx KOCH, um banqueiro que estava a procura de novas oportunidades e colocou os recursos financeiros necessários. Em contrapartida, NEHEMIAS e EBERSTEIN proporcionariam as facilidades técnicas, patentes existentes e direitos autorais de design. Havia ainda um sócio oculto, uma empresa de distribuição de material de escritório, a “Rothschild, Behrens & Co”, representada por Wilhelm DZIAMBOR.

Em março de 1908 a empresa “SIMPLO FILLER PEN CO. GMBH” estava oficialmente aberta. A primeira caneta foi lançada em 1909, sendo denominada “Rouge et Noir” (em francês, por ser a língua “chic” da época) e, embora apresentasse problemas e imperfeições típicas das canetas da época, começou a ser aceita no mercado por sua aparência diferenciada.

Durante o ano seguinte a empresa sofreu com problemas financeiros dos sócios que passaram a adotar estilos de vida extravagantes e custosos, com KOCH não liberando mais recursos, além da morte de NEHEMIAS que obrigou os demais sócios a comprar a sua parte da viúva que não desejava permanecer no negócio. EBERSTEIN, com grandes dívidas, acaba por desaparecer com a família após vender equipamentos e matérias para seu próprio lucro. Com esta situação, VOSS encontrou Christian LAUSEN que, juntamente com DZIAMBOR, deram continuidade ao negócio abrindo escritórios também em Paris, Londres e Barcelona, fortalecendo a empresa.

Por volta de 1911 o nome MONTBLANC foi encontrado informalmente em uma reunião privada dos fundadores com o industrial Carl SCHALK onde, ao ser colocada a questão da escolha de um nome para uma nova caneta que seria lançada, SHALK disse depois de ver o protótipo: “porque não chamá-la de MONTBLANC? Afinal, ela também é preta na base, branca no topo e é a maior entre as semelhantes”.

Em 1913 a estrela da MONTBLANC se torna o logotipo da marca. A partir desse momento, todos os instrumentos de escritura produzidos pela "SIMPLO" passaram a incluir a inconfundível estrela arredondada, representando o cume coberto de neve do Mont Blanc (a mais alta montanha européia) simbolizando o compromisso da marca à habilidade européia e alta qualidade.

A legendária caneta-tinteiro Meisterstück é lançada em 1924, quando de fato começa o grande aparecimento mundial da marca. O ótimo design da nova caneta, aliado as “modernas” soluções técnicas transformaram-na em um verdadeiro mito.

Ao término dos anos 20, a MONTBLANC já tem é um nome famoso em mais de 60 países diferentes, atuando com campanhas publicitárias diferenciadas, tais como carros de propaganda tendo na capota uma caneta-tinteiro enorme com o nome MONTBLANC, sendo que, em 1930, é gravado pela primeira vez o número "4810" nas penas das Meisterstück, representando a elevação do Mont Blanc.

Em 1934 a companhia muda oficialmente de nome passando a ser denominada “MONTBLANC-SIMPLO GMBH” e em 1935 passa a oferecer uma "garantia vitalícia" para a Meisterstück. A partir desse ano, associada a um fabricante de produtos de couro, passa a oferecer, também, acessórios de escrivaninha sob o nome MONTBLANC.

Com a 2ª Guerra Mundial a fábrica da MONTBLANC em Hamburgo acabou por ser totalmente destruída, sendo que durante esse período a fabricação das canetas ficou mantida na Dinamarca, onde a empresa dispunha de uma grande oficina de manutenção. No entanto, com o final da guerra, tal era a importância da marca que as instalações da MONTBLANC foram rapidamente reconstruídas, com recursos fornecidos pelo Ministério da Fazenda alemão, sendo também restabelecidos os escritórios de representação no estrangeiro ao final da década de 40.

Na década seguinte a empresa se preocupou com a qualidade dos materiais utilizados, especialmente nos plásticos que nesse período se desenvolveram muito, proporcionando materiais menos sujeitos a quebras e rachaduras e que ainda mantinham o acabamento brilhante. Embora colocando no mercado linhas novas, o carro-chefe sempre permaneceu com a tradicional Meisterstück.

Já nos anos 60, além do contínuo desenvolvimento de materiais, os lançamentos da MONTBLANC no mercado representaram um novo estilo no design, especialmente com canetas mais esguias, podendo ser considerado o primeiro sinal de algum sucesso no período de após-guerra, ao lado das Meisterstück.

Porém, foi somente na década de 80 que a marca começa efetivamente a renascer com o lançamento da coleção caracterizada pelo lema "The Art of Writing" (A Arte de Escrever), que conseguiu re-introduzir no mercado mundial a caneta-tinteiro como instrumento de escrita ideal. A fábrica passa a lançar canetas muito mais sofisticadas da série Meisterstück, com diversos acabamentos diferentes, atendendo a demanda de um mercado de executivos de alto poder aquisitivo, também chamando a atenção de colecionadores pelo mundo todo.

Atenta ao novo nicho de mercado, a partir de 1992 a MONTBLANC utiliza a estratégia de lançar edições de tiragem limitada, desenvolvendo duas linhas comemorativas – “Patronos das Artes” e “Escritores” - e colocando no mercado um modelo de cada série por ano. Nesse primeiro ano surgiram a Lorenzo di Médici na série “Patronos das Artes” e a Hemingway na série “Escritores”.

Seguiram, respectivamente, Octavian e Agatha Christie em 1993; Louis XIV , Agatha Christie Imperial Dragon e Oscar Wilde em 94; Prince Regent George IV e Voltaire em 95; Semiramis e Alexandre Dumas em 96; Peter I & Catherine II (duas) e Dostoievsky em 97; Alexander The Great e Edgar Allan Poe em 98; Friedrich The Great e Marcel Proust em 1999; Karl The Great e Friedrich Schiller em 2000;Marquise de Pompador e Charles Dickens em 2001; Andrew Carnegie e F.Scott Fitzgerald em 2002; Nicolaus Copernicus e Jules Verne em 2003; J.P. Morgan e Franz Kafka em 2004; Pope Julius II e Miguel de Cervantes em 2005; Sir Henry Tate e Virginia Woolf em 2006; e em 2007, Alexander Von Humboldt e William Faulkner. 

Também a partir dessa época a empresa passa a oferecer ao mercado acessórios de couro para o cotidiano e para viajem, como uma extensão para a já existente gama de artigos de couro pequenos. Entra também no segmento de objetos pessoais masculinos, com jóias, relógios e até perfumes, sempre procurando manter a sinergia com as canetas, ainda o foco principal da fábrica e a razão do enorme prestígio que a marca MONTBLANC detém no mundo todo.

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